Shibuya é uma área onde se encontram diversas lojas, cafés e restaurantes. Porém o grande atrativo é o cruzamento de ruas mais movimentado de Tóquio e do mundo. Uma parada obrigatória para o visitante de Tóquio, sem dúvida.
Shibuya é um dos 23 bairros de Tóquio e foi fundado em 15 de março de 1947. Para chegar ao bairro, basta pegar o metrô ou JR e saltar na estação Shibuya. Aconselho inclusive sair pela saída “Hachiko”. O bairro começou a crescer após as Olimpíadas de 1964. Atualmente é considerado o lugar para festas (sakariba) para os jovens. Contudo, é frequentado por todo tipo de público, incluindo os turistas que querem não só ver, mas também atravessar o cruzamento mais movimentado do mundo, o Shibuya Crossing.
O cruzamento de Shibuya fica em frente à estação de mesmo nome. É, na verdade, uma interseção de várias ruas por onde centenas de pessoas atravessam nas diversas direções. Quando estive por lá, por indicação de amigos, fui até o segundo andar do Starbucks que fica em frente à estação. De lá pude ter uma visão de cima da loucura que é quando os sinais se fecham para os carros e uma multidão de pedestres atravessa as ruas.
O bairro de Shibuya também ficou marcado pela história de Hachiko, um cão da raça Akita que pertencia a um professor que morava perto da estação de Shibuya. O cão acompanhava o professor até a estação e retornava para aguardar a chegada de seu dono, diariamente. Em 21 de maio de 1925, o professor sofreu um AVC e faleceu. Hachiko foi então dado para outra família, mas não se adaptou e passou a esperar por seu dono por anos na estação de Shibuya. Esse gesto comoveu a todos que sempre ali passavam e que “adotaram” o cão como um mascote. Após uma infestação por sarna em 1929, Hachiko já não levantava uma das orelhas. Sua devoção à memória de seu dono impressionou o povo japonês que o tornou modelo de dedicação à memória da família.
Em 21 de abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachiko foi esculpida pelo renomado escultor Teru Ando. Foi erguida em frente à estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado “Linhas para um cão leal”. Hachiko morreu quase um ano depois, em 8 de março de 1935, aos 11 anos e 4 meses. Após um tempo de espera de nove anos e dez meses por seu dono. A história rendeu um filme em japonês e uma versão americana com Richard Gere como o dono do leal cachorro. O filme chegou ao Brasil com o nome de “Sempre ao seu lado”.
Outras atrações são as lojas que ditam as novas tendências da moda japonesa. Além disso, é fácil encontrar enormes lojas de departamento japonesas e ocidentais. O prédio Shibuya Hikarie é um prédio que abriga espaços para galerias de arte e o museu d47. Ele recebe esse nome porque exibe peças artesanais reunidas nas 47 províncias do Japão. Reserve um final de tarde para conhecer esse bairro e aproveite para comer em algum dos diversos restaurantes e lanchonetes na região.
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